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Vem pro grupo

Feita por gente interessada em gente.

Uma comunidade de quem trabalha com design de experiência, produto e serviço. O núcleo é um grupo de WhatsApp, e é lá que a conversa acontece todo dia.

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RASCUNHO: roda de conversa da AmigUX num evento, com um grupo em pé e mais gente sentada em volta.

Isso aqui é conversa, não palestra

Nenhum encontro da AmigUX é palestra. É conversa de mão dupla, com microfone aberto: ninguém pede licença para falar no bar, e aqui funciona igual.

O núcleo é um grupo de WhatsApp com pauta fluida, sem ritual fixo. Os encontros, presenciais e online, existem para dar palco a quem raramente tem. Quem facilita quase nunca é quem fala.

É um lugar seguro para não saber. Dá para perguntar o básico, mostrar o que deu errado e discordar sem constrangimento, porque quase todo mundo já esteve do outro lado da pergunta.

Ninguém é dono disto aqui. A comunidade cresce quando alguém topa organizar um encontro, chamar um convidado ou responder a dúvida de quem chegou ontem.

Os jeitos de a gente se encontrar

Cada formato existe por um motivo diferente. O nome dá a pista do que esperar.

  • Papo de AmigUX

    Uma pessoa da comunidade, um tema, uma hora de conversa ao vivo. É o formato principal: quem fala é membro, e quem facilita é alguém da comunidade também.

    Ver os episódios
  • De AmigUX para Amigos

    Encontro aberto, para quem ainda não está no grupo. Serve de porta: a pessoa chega pelo tema e fica pela conversa.

    Ver a agenda no Luma
  • Mas… Cá entre nós

    Como foi o evento, contado por quem estava lá. Nasceu para que quem não pôde ir também levasse alguma coisa.

    Ver no canal

Os encontros gravados ficam no YouTube e os próximos abrem inscrição no Luma. Ver os encontros.

O que já aconteceu

De um cafezinho online sem pauta, em fevereiro de 2025, até aqui.

  1. encontro

    Cafezinho online

    O primeiro encontro da comunidade não teve palestra nem pauta: foi um cafezinho às 17h30, divulgado no IxDF. Depois dele o Felipe escreveu: “fiquei muito contente com a quantidade de gente querendo transformar números em relacionamentos reais.”

  2. encontro

    Carreira internacional, com Bianca Miranda

    Especialista em carreira global, da Globaw Career. O encontro virou uma sessão de perguntas diretas: o inglês precisa estar afiado? posso sair me inscrevendo em vagas gringas? o que essas empresas ganham contratando a gente?

  3. marco

    O laboratório de games da ETE FMC

    No Hacktown, em Santa Rita do Sapucaí, a AmigUX ajudou a revitalizar o laboratório de games de uma escola técnica, ao lado da AWS, do Papo de SysAdmin, do TDC e do próprio Hacktown. O nome da comunidade ficou numa placa. “É possível construir o futuro — e os profissionais do futuro — com empatia, escuta ativa e vontade de ajudar.”

  4. encontro

    Design de acessibilidade, com Larissa Leal

    O primeiro De AmigUX para Amigos: encontro aberto, para quem não estava no grupo. Sobre uma ramificação de product design que cresce à medida que as empresas precisam — ou querem — incluir mais gente.

  5. encontro

    Alfredo, um agente de IA, com Renato Shirakashi

    Os bastidores de um agente que lê milhares de notícias por dia e entrega um resumo em podcast no WhatsApp. Mais de vinte pessoas online, e a cozinha aberta: as decisões de produto, não só o resultado.

  6. encontro

    Escrever bem, com Rafael Frota

    O editor do UX Collective Brasil sobre como transformar case de portfólio em artigo. O que ficou: autenticidade é a maior força de quem escreve, e escrever bem passa por um discovery, igual a um bom design.

  7. marco

    Mentorias voluntárias

    A comunidade passou a conectar quem quer ensinar com quem quer aprender, sem intermediário e sem cobrança. “Acesso é um bem muito valioso. Cada um dos AmigUX aqui é um universo de conhecimento.”

  8. encontro

    Engenharia de software para designers

    Uma das poucas vezes em que o Felipe foi o palestrante, sobre o letramento técnico que mantém a autonomia do designer na era do vibe coding. A frase que ficou: “vibe coding só é vibing pra quem sabe coding.”

  9. encontro

    Curiosidade na era da IA, com Italo Gomes

    Reapresentação da palestra do Festival Akilomba. Num mundo em que a maioria das empresas falha em gerar valor com IA, a diferença não está na ferramenta: está nas perguntas. Veio com o framework CLARA, de construção de prompts.

  10. parceria

    A AmigUX vira comunidade apoiadora

    Primeiro a DEXCONF, em fevereiro; depois a CDX, em abril. Cupom de desconto para quem é da comunidade, e palco para quem quer descentralizar o design brasileiro para fora da capital.

  11. encontro

    Design como tradução, com Rosana Mezzomo

    Como transformar décadas de engenharia automotiva em IA sem saber trocar um pneu. O design como tradutor de mundos complexos, a partir de um case real de análise de sinistros.

  12. encontro

    Experimentação, com Kadu Yanki

    Os aprendizados práticos, sem glamour, de montar do zero uma cultura de experimentação dentro de uma empresa grande. Erros, acertos, e a IA como contexto, não como protagonista.

  13. marco

    O primeiro censo da comunidade

    Quarenta e cinco pessoas responderam a 98 perguntas sobre carreira, habilidades e vontade de se encontrar. O relatório é da comunidade: circula entre quem está nela, não aqui fora.

Comunidades que andam com a gente

Estas trocam palco, público e desconto com a AmigUX. Algumas nasceram para descentralizar o design brasileiro para fora da capital, e é por isso que estão aqui.

Quer ser parceira da AmigUX? Fala com a gente

Dá para participar sem escrever no grupo

A maior parte da comunidade lê todo dia e quase nunca fala. Isso não é problema: é o normal de qualquer grupo grande. O que a gente tem tentado é criar mais jeitos de estar dentro sem precisar puxar conversa.

  • Pedir ou oferecer mentoria. O sistema é voluntário: quem topa ensinar se cadastra no tema que domina, quem quer aprender procura. Sem intermediário e sem cobrança.
  • Contar o que você faz. Um Papo de AmigUX é uma pessoa e um tema. Se você tem um case, um erro que ensinou alguma coisa ou uma pergunta boa, já é assunto suficiente.
  • Ir a um evento junto. O Circuito do Design existe para isso: quem vai ao mesmo evento se encontra antes e divide viagem.
  • Ajudar a organizar. Boas-vindas a quem chega, moderação, produção de conteúdo, identidade visual, edição de vídeo. A comunidade não tem equipe: tem gente que topa.

Acesso é um bem valioso. Cada pessoa aqui dentro é um universo de conhecimento, e a única coisa que falta é um jeito de as duas pontas se acharem.

Felipe Carriço, sobre o sistema de mentorias

Falar com o Felipe

E você, não é amigux ainda por quê?

É no WhatsApp que a conversa acontece todo dia. O que você traz para ela?

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